São Paulo, 25 de Setembro de 2012
Carta a mim mesmo
O julgamento não acontece, não procede quando há conjetura, sendo assim, abra-se para o novo, para idéias. Do mesmo diferente; sou caipira, sou sambista, sou o que sou, e talvez alguém vá me mudar.
Homem sem transformação é como a terra árida, só preenche espaço, o espaço do vazio, do inerte, inerente a julgamentos.
Mente vazia o que fazes?
Produzo conjetura dos princípios alheios.
Nossa que horror!
Mente aberta o que fizeste?
Na ociosidade turbinei meus pensamentos, me envolvi de paz, de amor, de virtude e tirei a dor!
Dar em vez de receber, perguntei antes de falar, só entende quem é ar, que corre pra todo lugar!
Por: Jean Carlos
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