terça-feira, 9 de outubro de 2012

DEMOCRACIA SUBORDINADA

Não queira inserir seu modo de vida capitalista, minha vida é campestre. Cuidado! Vai ter um momento em que seu corpo, sua alma e seu coração estarão corrompidos, e daqui não levarás nada!

Jean Carlos

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Clássicos da literatura Brasileira


Clássicos ganham versão em quadrinhos
Obras de Machado de Assis, Monteiro Lobato, Júlio Verne, Dante Alighieri e Leon Tolstoi 
são adaptadas  
           





Veja mais informações no link abaixo:


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Filme "Cores" retrata 'angustiada' geração brasileira com 30 anos

Dirigido por Francisco Garcia, longa segue vida de três jovens desiludidos.
São pessoas com 'uma angústia e um vazio muito grande', diz diretor.


Cena de 'Cores', do diretor Francisco Garcia (Foto: Divulgação)


O diretor brasileiro Francisco Garcia dedicou primeiro longa-metragem, "Cores", a falar sobre a "agonia" de sua geração, a de jovens na casa dos 30 para quem o crescimento econômico do Brasil não trouxe a oportunidade de um futuro melhor.


O filme, exibido na mostra Novos Diretores do 60º Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha, é também uma história de amizade "verdadeira", a de três jovens que vivem uma vida de desilusão e rotina. Garcia (São Paulo, 1980) acredita que as pessoas de sua idade "têm uma angústia e um vazio muito grandes". "É uma geração pós-hippie, pós-punk, da desilusão dos anos 1990 e de um começo de século que não sabemos para onde vai", definiu, em entrevista à Agência Efe.


É um filme cheio de simbolismos, metáforas e antíteses, começando pelo título, "Cores", para uma história contada em preto e branco. "Essa é a ironia, porque o que falta na vida dessas pessoas é justamente a cor", conceitua o diretor.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Carta a mim mesmo


São Paulo,  25 de Setembro de 2012

Carta a mim mesmo

O julgamento não acontece, não procede quando há conjetura, sendo assim, abra-se para o novo, para idéias. Do mesmo diferente; sou caipira, sou sambista, sou o que sou, e talvez alguém vá me mudar. 
Homem sem transformação é como a terra árida, só preenche espaço, o espaço do vazio, do inerte, inerente a julgamentos. 
Mente vazia o que fazes? 
Produzo conjetura dos princípios alheios. 
Nossa que horror! 
Mente aberta o que fizeste? 
Na ociosidade turbinei meus pensamentos, me envolvi de paz, de amor, de virtude e tirei a dor! 
Dar em vez de receber, perguntei antes de falar, só entende quem é ar, que corre pra todo lugar!

Por: Jean Carlos

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

MOSTRA A CARA - BR

São Paulo, 27 de Agosto de 2012  

Brasil mostra sua Cara 

Se eu pudesse externar o meu refluxo recogitante para aqueles que mentem, aqueles que querem governar a qualquer custo, não para o povo, mas para si mesmo, seria de extremo regozijo. Disse alguém que; “A desgraça dos que não se interessam por política é serem governados pelos que se interessam”. 

Num período de quatro anos não se gasta com o povo o que se gasta com campanha eleitoral, sendo assim, porque devo deixar minha mente aberta a novas mentiras? Meus olhos atentos no televisor vendo o meu poder de voto sendo usurpado por "delinquentes". 

Brasil mostra sua cara. As lágrimas caem, nos leitos só vejo morte, os jovens, as senhoras, os senhores, os desprovidos, os que pegam ônibus todos os dias lotados, ruas esburacadas, no bolso apenas seis reais de ida e volta, na mente a esperança de mudança? Acorda Brasil. 

Que a referência ter ou seguir politicamente? Onde esta a sinergia contra a ditadura? Morta nas décadas passadas? Brasil, vontade de pegar a pá e “e refaze-lo”, mas não sozinho; sozinho posso anular meu voto caso não encontre a esperança de existir alguém que pense não em si, mas pense no coletivo, no humano, nas crianças, na ética. O final está no ponto, no ponto de partida.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulher!

Mulher, concebível, paradoxo, charmosa, para todos os adjetivos desde os primórdios, mulher maravilha se aflora me inspira...para todas feliz dia das mulheres...


Por Jean Carlos

Livro de fotografia revela riqueza do Jardim Botânico de São Paulo

Fotos de Juan Esteves e texto da bióloga Maria Guimarães, o livro traz ao leitor diversas imagens de espécies. (Editora Terceiro Nome, R$ 92)







Desde 1893 o governo passou a desapropriar as propriedades na região no intuito de preservar as nascentes do Rio Ipiranga e a área da Mata Atlântica. Em 1917 a região era propriedade do governo e passou a chamar-se Parque do Estado, as águas das nascentes foram utilizadas até 1928 para abastecer o Bairro paulistano do Ipiranga. Em 1938 com a criação do Departamento de Botânica (atual Instituto de Botânica), o Jardim foi oficializado. Já em 1969 a área de preservação, passou a chamar-se Parque Estadual Fontes do Ipiranga, substituindo a antiga denominação Parque do Estado. 


Fonte: wikipedia


Foto por Kiko Correia

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Do MeSmo DiFerEnTe


Sente saudade do sol que ainda vai  tocar,

Do instante perdido no qual poderia ter alavancado

Instrumento disparador de sentimentos em sua direção

Mirou e nunca engatilhou, olhe e veja;

O mesmo vento de hoje é o mesmo de ontem?

Se a mesma brisa de anos é a mesma brisa de um noviço

Um jeito meu vejo em nada, mas um jeito alheio vejo sempre

Reparto meus devaneios com a liberdade do momento vão...